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10 de abr. de 2019

INEMA apreende mais de 500 pássaros em operações nas cidades da região, incluindo Quixabeira e Capim Grosso

O Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Bahia (INEMA), unidade regional de Senhor do Bonfim e Juazeiro, com participação de agentes do Parque Sete Passagens em Miguel Calmon e da COPPA - CIA DE POLÍCIA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL, realizou uma operação no município de Pindobaçu, Caem, Saúde, Capim Grosso e Quixabeira. Em Capim Grosso os agentes conseguiram identificar e deter traficantes de pássaros que estariam com destino a São Paulo.

A operação, tendo como alvo principal o tráfico de animais silvestres. Cerca de 590 pássaros oriundos da fauna brasileira.
Além dos agentes dos órgãos policiais, um veterinário do zoologico de Salvador está entre eles para que possa fazer a avaliação dos animais que poderão ser soltos diretamente na natureza e os que precisam de uma readaptação para serem soltos.
A Lei de Crimes Ambientais (9.605/98), em seu Art° 29: “Matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente“, estabelece crime, e os infratores estão sujeitos a multas que variam de 500 a 5.000 reais por cada pássaro apreendido.
O intuito do órgão é realizar fiscalizações sistemáticas a fim de coibir o comércio e tráfico de animais silvestres na região.

Portal Serrolândia

Barragem com risco maior que Brumadinho e Mariana é interditada na Bahia por risco de rompimento e inundação

A Superintendência Regional do Trabalho na Bahia (SRT-BA) interditou, nesta segunda-feira (9), instalações e locais de trabalho de uma barragem de rejeitos de mineração no município de Maiquinique, sudoeste da Bahia, por risco de rompimento e inundação.

A interdição foi decretada pela Agência Nacional de Mineração (ANM), que classificou a barragem como categoria de risco alto, tornando a represa uma das três de maior ameaça no país. As barragens de Brumadinho e Mariana, onde aconteceram as tragédias que deixaram centenas de mortos em Minas Gerais eram consideradas de risco baixo.
O perigo foi avaliado por auditores-fiscais que constataram a gravidade iminente de acidente de trabalho, que pode resultar em morte ou lesão grave à integridade física ou à saúde de cerca de 150 trabalhadores.
De acordo com o relatório técnico de interdição emitido pelos auditores, entre os problemas de segurança e saúde no trabalho está a falta de instrumentos para monitorar a barragem, que tem sinais de falha da estrutura.
O relatório diz ainda que a mineradora Grafite do Brasil tem conhecimento de todas as irregularidades encontradas no local e deixa de adotar as medidas corretivas necessárias. Segundo a SRT, essas medidas são apontadas nas fichas de inspeção feitas por um engenheiro empregado da própria mineradora.
A mineradora Grafite do Brasil é formada pelas empresas Samaca Ferros Ltda e Extrativa Metalquímica S/A. O G1 tentou contato com a Grafite do Brasil, mas não conseguiu falar até a publicação desta reportagem.

Por G1 BA/Foto: Divulgação

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